{"id":196403,"date":"2022-07-03T12:05:06","date_gmt":"2022-07-03T15:05:06","guid":{"rendered":"https:\/\/amupef.com.ar\/?post_type=product&#038;p=196403"},"modified":"2023-06-22T13:52:03","modified_gmt":"2023-06-22T16:52:03","slug":"o-segredo-da-prosperidade","status":"publish","type":"product","link":"https:\/\/acafor.com\/pt\/produto\/o-segredo-da-prosperidade\/","title":{"rendered":"O Segredo da Prosperidade"},"content":{"rendered":"<p>O autor, um homem jovem adulto, apresenta o como e o qu\u00ea dos meios que utilizou para alcan\u00e7ar<br \/>\no que considera o seu sucesso na vida: a realiza\u00e7\u00e3o do seu desejo. O caminho pelo qual encontrou o seu<br \/>\nmodo de agir, n\u00e3o foi, n\u00e3o sem reflex\u00e3o nem, n\u00e3o sem trabalho sobre si mesmo, al\u00e9m do louv\u00e1vel<br \/>\nesfor\u00e7o, para aprender um of\u00edcio, o seu, que correspondia ao seu desejo.<br \/>\nEnsina, o autor, como cada sujeito em particular \u00e9 quem decide, num determinado momento,<br \/>\na sua a\u00e7\u00e3o e a sua vida, n\u00e3o sem o dom que a vida fornece \u00e0queles que est\u00e3o no seu caminho rumo ao<br \/>\nalcance. Tal \u00e9 que, ao relatar este texto a uns amigos, cada um lembrou n\u00e3o s\u00f3 o momento em<br \/>\nque escolheu o seu rumo, o seu caminho e aqueles que colocaram o ponto chave do seu encontro, como<br \/>\ncomentou a frase, muito singular, o lema, por assim dizer, da sua vida.<br \/>\nO uso de um lema particular, tamb\u00e9m o encontrei, na literatura, num personagem, que eu<br \/>\nchamei de o desesperan\u00e7ado, pois, \u00e9 o t\u00edtulo de uma obra de \u00c1lvaro Mutis, escritor nascido<br \/>\nem Bogot\u00e1, Col\u00f4mbia, a qual, ao seguir o rastro das refer\u00eancias que o autor ali nos oferece, e<br \/>\nler essas outras obras, ajudou-me, n\u00e3o sem o meu of\u00edcio, obviamente, a identificar, o perfil do<br \/>\ndesesperan\u00e7ado, j\u00e1 n\u00e3o somente nas obras do autor citadas, mas em outras obras. O que me leva<br \/>\na pensar que o ser humano conhece o caminho, e que tem estado a desenh\u00e1-lo, cerc\u00e1-lo, por<br \/>\ndiversos meios: Arte, ci\u00eancia, religi\u00f5es. Cabe a cada um encontr\u00e1-lo.<br \/>\nH\u00e1 um sujeito humano que alcan\u00e7a, mais cedo que outros, o encontro com o seu desejo. O<br \/>\nsaber o que se deseja \u00e9 o passo mais importante da vida pois \u00e9 uma escolha e \u00e9 uma<br \/>\ndecis\u00e3o, digamos, inconsciente, mas da qual o sujeito em quest\u00e3o tem consci\u00eancia.<br \/>\nDado esse passo, o sujeito humano, ou melhor, a decis\u00e3o assim anudada, determina cada um dos<br \/>\ncaminhos que, nesse sentido, do desejo a realizar, devem ser percorridos.<br \/>\nO autor Mark Fischer apresenta em sua obra, de maneira espont\u00e2nea e humana, que levar\u00e1 o<br \/>\nleitor a refletir sobre os caminhos pr\u00f3prios, tomados com vistas \u00e0 realiza\u00e7\u00e3o de seus mais<br \/>\ncaros desejos. Enfatizo com especial import\u00e2ncia o momento em que Mark Fischer comenta,<br \/>\nter-se dado conta do que pode e do que deve pedir. E n\u00e3o pedir qualquer coisa para encher o<br \/>\nest\u00f4mago, ou um anseio fortuito, e sim algo supremente mais importante, uma chave, um c\u00f3digo,<br \/>\npara a realiza\u00e7\u00e3o do desejo. A import\u00e2ncia desse momento reside em perceber que<br \/>\nnosso caminho est\u00e1 em nossas m\u00e3os e que, n\u00e3o obstante, algo n\u00e3o anda bem, algo n\u00e3o<br \/>\nsabemos, algo n\u00e3o podemos, mas que os outros existem, que os outros s\u00e3o como n\u00f3s, que os<br \/>\noutros passaram ou passam por dificuldades semelhantes \u00e0s nossas, e que, ent\u00e3o, ao procurar<br \/>\naqueles que, segundo nosso entendimento, puderam dar-lhe uma solu\u00e7\u00e3o para esse impasse humano, com<br \/>\ncerteza, se acertarmos na busca, receberemos dessas pessoas um dom. Dom mesmo que,<br \/>\nMark Fischer nos presenteia, \u00e0queles que conseguirmos l\u00ea-lo. Dizendo, com este \u00faltimo ato, o de fazer seu<br \/>\ndom, que tamb\u00e9m n\u00f3s devemos devolver esse dom \u00e0 vida.<br \/>\nO maior ganho de encontrar o desejo e sua realiza\u00e7\u00e3o \u00e9 a pr\u00f3pria vida. Este \u00e9 o<br \/>\nmomento em que ganhamos a vida, pois desejamos viv\u00ea-la ao nosso modo, com nossa<br \/>\nmaneira singular de entend\u00ea-la e, portanto, de invent\u00e1-la. Ganhar a vida \u00e9 ent\u00e3o o desejo<br \/>\nde viv\u00ea-la por t\u00ea-la inventado e, na medida em que tal, transmiti-la.<br \/>\nMargarita Mosquera Zapata<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O autor, um homem adulto jovem, apresenta o como e o qu\u00ea dos meios que utilizou para alcan\u00e7ar o que considera seu sucesso na vida: a realiza\u00e7\u00e3o de seu desejo. O caminho pelo qual encontrou seu modo de fazer n\u00e3o foi imediato, n\u00e3o sem reflex\u00e3o nem sem trabalho sobre si mesmo, al\u00e9m do louv\u00e1vel esfor\u00e7o para aprender um of\u00edcio, o seu, que correspondesse ao seu desejo. O autor ensina como cada sujeito em particular \u00e9 quem decide, em um determinado momento, sua a\u00e7\u00e3o e sua vida, n\u00e3o sem o dom que a vida prov\u00ea a quem esteja em seu caminho rumo \u00e0 conquista. De modo que, ao relatar este texto a alguns amigos, cada um recordou n\u00e3o s\u00f3 o momento em que escolheu seu rumo, seu caminho e as pessoas que colocaram o ponto-chave de seu encontro, como tamb\u00e9m comentou a frase, muito singular, o lema, por assim dizer, de sua vida. O uso de um lema particular eu tamb\u00e9m encontrei na literatura, em um personagem que passei a chamar de o desesperan\u00e7ado, pois \u00e9 o t\u00edtulo de uma obra de \u00c1lvaro Mutis, escritor nascido em Bogot\u00e1, Col\u00f4mbia, que, ao seguir o rastro das refer\u00eancias que o autor ali nos oferece e ler essas outras obras, me ajudou, n\u00e3o sem o meu of\u00edcio, obviamente, a identificar o perfil do desesperan\u00e7ado, j\u00e1 n\u00e3o s\u00f3 nas obras do autor citadas, mas em outras obras. Isso me leva a pensar que o ser humano conhece o caminho, e que vem desenhando-o, cercando-o, por diversos meios: arte, ci\u00eancia, religi\u00f5es. Est\u00e1 em cada um descobri-lo. H\u00e1 um sujeito humano que encontra seu desejo em idade mais precoce do que outros. Saber o que se deseja \u00e9 o passo mais importante da vida, pois \u00e9 uma escolha e uma decis\u00e3o, digamos, inconsciente, da qual, no entanto, o sujeito em quest\u00e3o tem consci\u00eancia. Dado esse passo, o sujeito humano, ou melhor, a decis\u00e3o assim tomada, determina cada um dos caminhos que, nesse sentido, do desejo a realizar, devem ser percorridos. O autor Mark Fisher apresenta em sua obra, de maneira espont\u00e2nea e humana, algo que levar\u00e1 o leitor a refletir sobre seus pr\u00f3prios caminhos, tomados com vistas \u00e0 realiza\u00e7\u00e3o de seus mais queridos desejos. Enfatizo com especial import\u00e2ncia o momento em que Mark Fisher comenta ter-se dado conta do que pode e do que deve pedir. E n\u00e3o pedir qualquer coisa para encher o est\u00f4mago, ou um desejo fortuito, mas algo supremamente mais importante, uma chave, uma senha, para a realiza\u00e7\u00e3o do desejo. A import\u00e2ncia desse momento reside em perceber que nosso caminho est\u00e1 em nossas m\u00e3os e que, no entanto, algo n\u00e3o vai bem, algo n\u00e3o sabemos, algo n\u00e3o podemos, mas que os outros existem, que os outros s\u00e3o como n\u00f3s, que os outros passaram ou passam por dificuldades semelhantes \u00e0s nossas, e que, ent\u00e3o, ao buscar aqueles que, segundo nosso entendimento, puderam dar uma solu\u00e7\u00e3o a esse impasse humano, certamente, se acertarmos na busca, receberemos dessas pessoas um dom. Dom que Mark Fisher nos presenteia, a quem conseguir l\u00ea-lo. Dizendo, com esse \u00faltimo ato de fazer seu dom, que tamb\u00e9m n\u00f3s devemos devolver esse dom \u00e0 vida. O maior ganho de encontrar-se com o desejo e de realiz\u00e1-lo \u00e9 a pr\u00f3pria vida. Este \u00e9 o momento em que conquistamos a vida, pois desejamos viv\u00ea-la \u00e0 nossa maneira, com nosso modo singular de entend\u00ea-la e, portanto, de invent\u00e1-la. 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